Organizações que precisam ser compreendidas.

Não trabalhamos com um setor, e sim com um tipo de desafio. Nossos clientes atuam em temas difíceis de explicar e dependem da própria credibilidade para continuar fazendo o que fazem.

Perfis

Com quem trabalhamos

O que essas organizações têm em comum não é o tema, e sim o nível de exigência a que respondem diante de financiadores, órgãos de controle, imprensa e sociedade.

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ONGs, fundações e organizações filantrópicas

Posicionamento institucional e produção do material que sustenta a conversa da organização com financiadores, parceiros e público. Relatórios de atividades, vídeos de resultado, publicações e arquitetura de mensagem. A relação com o doador segue sendo da organização, e o nosso trabalho é dar forma comunicável ao que ela precisa mostrar.

02

Think tanks e institutos de pesquisa

Tradução de produção técnica em influência pública, de policy briefs que circulam a pesquisadores com voz na imprensa. Notas técnicas, fact-sheets, artigos de opinião com estratégia de inserção em veículos e relacionamento com jornalistas que cobrem as pautas do instituto. Temos ainda capacidade técnica e teórica para conduzir estudos encomendados e produzir artigos científicos em temas relacionados à comunicação.

03

Órgãos públicos e instituições de Estado

Planejamento estratégico participativo, cultura e aprendizagem organizacional, gestão do conhecimento e comunicação institucional em estruturas grandes, com alta rotatividade e memória dispersa. Plano com metas e indicadores, mapa do conhecimento crítico, programa de capacitação interna e material que explica decisões técnicas à sociedade. Ao final, o método fica documentado com as equipes do órgão, para que resista às trocas de gestão.

04

Organizações e fundos internacionais

Leitura do contexto político e midiático brasileiro e articulação local para quem financia ou executa programas no país. Relatórios periódicos de cenário, mapa de stakeholders priorizado, talking points trilíngues e preparação de lideranças para audiências e painéis. A execução acontece em português, inglês e espanhol, no padrão de entrega que a sede espera.

05

Empresas de médio porte em transição

Empresas que cresceram e passaram a ser cobradas por um discurso que ainda não têm. Construímos posicionamento, arquitetura de mensagem e material institucional que dão consistência ao que elas dizem a clientes, investidores e imprensa, com o suporte de estratégia que cada caso exigir.

06

Coalizões, redes e projetos multi-institucionais

Arranjos com várias organizações e nenhuma hierarquia clara, que precisam de uma voz comum sem apagar a identidade de cada participante. Identidade visual da coalizão, arquitetura de mensagem, plano de advocacy e um desenho de governança da comunicação que define quem aprova cada peça e em que prazo. As posições são pactuadas entre os membros, e o nosso trabalho é conduzir esse processo com metodologia participativa e transformar o que foi acordado em mensagem e material.

O momento

Quando costumam nos chamar

Na prática, o setor importa menos que o momento. São estas as situações que mais nos trazem à mesa.

  • A organização cresceu mais rápido que a própria estrutura Muita entrega, pouca clareza sobre quem decide o quê.
  • É preciso demonstrar resultado a quem financia Relatórios, indicadores e narrativa de resultado.
  • A narrativa não acompanha mais o que a instituição faz O discurso ficou velho, estreito ou genérico demais.
  • Equipes ou escritórios falam como instituições diferentes Falta arquitetura de mensagem e governança de comunicação.
  • Uma decisão técnica precisa ser entendida por quem não é técnico Tradução para imprensa, sociedade e tomadores de decisão.
  • A gestão é intuitiva e precisa virar método Planejamento, rituais de gestão e metas mensuráveis.
  • Uma crise ou uma janela de oportunidade exige resposta rápida Mobilização de equipe sênior em prazo curto.
Critério

Só comunicamos o que se sustenta.

Comunicação sem lastro não é estratégia, é passivo reputacional. Por isso, antes de escrever qualquer coisa, procuramos entender com clareza o que a organização já realizou, o que está em curso e o que ainda é intenção.

Cada uma dessas situações pede um tom diferente, e boa parte dos problemas de credibilidade nasce de tratá-las como se fossem a mesma coisa. Apresentar uma intenção como conquista é o erro que costuma cobrar mais caro depois. Isso vale para qualquer afirmação, seja sobre impacto ambiental, resultado social ou eficiência de gestão.

Na prática

Toda proposta começa por uma conversa sobre o que já pode ser demonstrado. Perguntamos que documentação existe, quem responde por cada afirmação e como aquilo se sustentaria diante de uma reportagem ou de uma auditoria.

Quando aparece distância entre o que se quer dizer e o que já se pode mostrar, falamos disso logo no começo. Em alguns casos a contribuição mais útil é ajudar a construir essa base primeiro. É também o que nos protege, porque toda narrativa que assinamos leva o nosso nome junto.

Sua organização se reconhece aqui?

Conte o contexto. Respondemos em até dois dias úteis com uma leitura inicial e uma proposta de caminho.